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Como e por que se tornar um recrutador técnico

Tente pensar em uma área de atuação que não utilize a tecnologia, direta ou indiretamente. Difícil, não? A revolução tecnológica nos fez mudar a forma de desempenhar uma série de atividades.

E se não dá para combater “o inimigo”, junte-se a ele-se, alerta um famoso ditado. E o quanto antes. Porque amanhã, amigos, muita coisa já terá mudado mais uma vez no mundo corporativo, onde o dinamismo dá as cartas.

Quanto mais se postergar a virada, maior o prejuízo – tanto ao profissional de RH quanto à organização para a qual trabalha. É simples: tornando mais inteligentes as rotinas operacionais de atração e seleção, você e sua equipe terão mais tempo para se dedicar ao que realmente interessa: recrutar top talentos.

Isso sem falar na maior agilidade e assertividade do processo. Confira dicas preciosas no nosso post 12 perguntas que todos os recrutadores de desenvolvedores deveriam ter na ponta da língua.

Há um movimento forte de empresas abrindo espaço para recrutadores técnicos em favor de uma maior conexão com os candidatos. Isso porque esse profissional tem lá suas muitas vantagens, como falar a mesma língua do aspirante à vaga, entender melhor o mercado e ter mais subsídios para distinguir questões como as diferentes linguagens de programação e as demais habilidades e competências demandadas para as funções em aberto.

O objetivo são contratações de maior qualidade. Mas, fique tranquilo. Decidir mudar já é um grande passo. E a gente vai mostrar para você como tudo pode fluir sem grandes atropelos.

Para começar, vamos ao dever de casa das empresas. O cenário em que esse recrutador técnico atua precisa estar de acordo com o novo momento. Por isso, separamos aqui 3 coisas essenciais que uma empresa tem que oferecer para um bom RH Tech em seu ambiente de trabalho, segundo Stephanie Swenson, recrutadora da norte-americana Akvelon:

 

1. Clima colaborativo

Poder contar com sua equipe e se sentir apoiado por ela permite que o recrutador técnico foque no que é importante: buscar a pessoa ideal para o que a vaga necessita. Isso requer um bom nível de comunicação, ou não se cria um clima efetivamente colaborativo. Tem que haver interesse genuíno na equipe em atingir esse objetivo.

Quando você tem o apoio de um time tão apaixonado quanto você pelo que faz, a comunicação flui naturalmente, naquele velho esquema de “um por todos e todos por um”. Sai de cena a competição e entra a colaboração. Com verdade, transparência e espírito de união, fica muito mais fácil focar em encontrar a pessoa certa para a vaga certa.

 

2. Dedicar-se ao seu melhor

A colaboração e apoio de colegas da equipe e de outros departamentos permite que o recrutador explore o seu melhor. Esse é o core do recrutamento técnico. Quando você se dispersa em atividades gerais, quebrando a cabeça para resolver assuntos menores do dia a dia, menos tempo sobra para recrutar.

O recrutador técnico estará cara a cara com os grande talentos e precisa estimulá-los a querer preencher a vaga. Há muitas técnicas de venda que ajudam. Já vimos neste post O que as estratégias de venda ensinam sobre recrutamento.

Se recrutar é o que você faz de melhor, let’s recruit the most!

 

3. Valorizar talentos

Mas… o recrutador técnico não se limita a dar o seu melhor na contratação. Segue valorizando os contratados e todos os demais com os quais trabalha. Sem reconhecimento às pessoas que estão à sua volta e àquelas que você recrutou, o que resta? Apenas números, em vez de carreira vitoriosas que conduzem pessoas ao sucesso.

Resumindo, o recrutador técnico está sempre preocupado em ajudar as pessoas a encontrarem os empregos dos sonhos. Essa é a sua razão de existir. Não há outra forma de recrutar com êxito.

 

Nada de bicho-de-sete-cabeças

Os primeiros passos para deixar de fazer RH à moda antiga não requerem altos gastos com equipamentos e softwares. Também não significam ter que implantar uma rotina totalmente nova, esquecer todo o seu background e começar do zero. Na verdade, a transição pode começar com atitudes bastante simples. Vejamos algumas:

 

Networking

Está aí algo poderoso nos dias de hoje, especialmente para quem recruta desenvolvedores. TI é uma área em que a indicação é muito usada para se encontrar profissionais. Participe dos eventos da área. Converse com os programadores e vá entendendo o que move essa turma.

Eles têm ambições diferentes de outros profissionais, como já vimos aqui; gostam de ter um amplo e claro horizonte à frente para crescimento; preferem fazer parte de um time em que possam trocar experiências e ter perspectivas de aprender, sempre. E, para boa parte deles, o salário não é o fator decisório.

 

Apoios de especialistas

Em Roma como os romanos. Como recrutar alguém que você não consegue avaliar? Quando os jargões técnicos lhe parecem puro grego e há toda uma impossibilidade de distinguir um candidato mediano de um realmente bom? Peça a ajuda a consultores.

A lista de linguagens suportadas está aumentando e muitos programadores estão utilizando linguagens mais novas. Por isso, é importante identificar o conjunto de habilidades certas para seus funcionários e diferenciar o “interessante” do “imprescindível”. Sim, você precisa entender a cabeça de devs.

O que os desenvolvedores esperam de um trabalho? Quanto esperam ganhar? De onde vêm? Informações como essas ajudam a um recrutamento com maior chance de sucesso. Vá fundo nos seus questionamentos e os dívida com a sua equipe.

 

Desafios do recrutamento de devs e como vencê-los

Não trabalha com programação? A tarefa de saber o que procurar nos programadores que você quer contratar é das mais desafiadoras, a gente sabe. Qualquer um pode chegar dizendo que tem habilidade em Ruby, C++ ou Python, mas se você pouco entende sobre codar, como conferir essas afirmações? É por isso que recorrer a especialistas fará toda a diferença.

Segundo a Forbes, para facilitar, o negócio é se preparar para fazer as perguntas certas, mostrando uma cultura organizacional aberta, flexível, e disposta a desafiar distâncias geográficas, por exemplo. Executivos de tecnologia da Forbes Technology Council dividem os maiores desafios identificados em recrutamento de desenvolvedores, e como eles superaram as dificuldades:

 

Valorizando desenvolvedores experientes

É preciso estar preparado para fazer as perguntas técnicas certas, sem negligenciar com a avaliação do fit cultural. Ou seja, é se equilibrar em uma verdadeira corda-bamba, em que o ideal é ter um time comprometido na retaguarda medindo todo o processo.

 

Identificando o talento

Encontrar o talento que dá match com as suas necessidades pode levar tempo. Há muitas fontes de pesquisa. A automatização do processo auxilia muito. Faz com que você pule várias etapas iniciais e se concentre na escolha dos melhores.

 

Atraindo o talento

Cada vez mais está desafiador identificar desenvolvedores experientes. Os melhores querem ir para as empresas top, normal, e fica difícil convencê-los. Por isso, é preciso estar armado de bons argumentos para essa nova realidade, oferecendo mais flexibilidade de horário e mesmo considerando trabalhos remotos, por exemplo.

 

Vendendo a cultura da empresa

Sejamos francos: os melhores estão com os melhores salários nas melhores empresas. Atraí-los, requer suar a camisa. E muitos dos benefícios são intangíveis, como a maneira com que a cultura da empresa prevê o equilíbrio entre as vidas pessoal e profissional. Por isso, a página da empresa, com depoimentos sinceros dos colaboradores, tem grande importância na divulgação desses diferenciais competitivos.

 

Identificar o currículo honesto

Esse é um desafio e tanto para o mundo do recrutamento. Está cada vez mais complicado encontrar gente cuja qualificação seja realmente a mostrada currículo. São necessários testes e entrevistas precisas para não cair no conto do vigário.

 

Rápida capacidade de decisão

Com uma boa pré-seleção, quando nos deparamos com candidatos diferenciados, cabe acelerar o processo para se chegar o quanto antes a uma oferta digna do candidato pretendido. Não faz sentido postergar, quando se sabe que se está diante da pessoa certa.

 

Sem limitações geográficas

Quantos talentos se perdiam por problemas puramente geográficos. Isso é passado! Há uma série de ferramentas que possibilitam encontrar os melhores, onde quer que estejam. Deixar de escolher a pessoa que dá o melhor match com a sua vaga especificamente porque ela mora em outra cidade ou país não faz mais o menor sentido.

 

Usando a tecnologia para escolher os top em tecnologia

A tecnologia muda tudo, a todo instante, e não tem poupado a forma de se fazer prospecção e seleção de candidatos em TI. Por outro lado, o uso cada vez mais consolidado de ferramentas inteligentes, como a GeekHunter, traduz com precisão as demandas e critérios de vagas do cliente, permitindo recomendar os melhores. Tudo graças à expertise da equipe e ao uso de de data science pela plataforma.

Automatizar o processo de recrutamento economiza uma série de etapas para a seleção, ao oferecer avaliações criteriosas de currículo e aplicar testes de programação. Para você ter uma ideia, do funil da Geekhunter só saem os 5% melhores, num processo de seleção que dura menos da metade do tradicional.

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