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Preparado para atrair o candidato ideal para o seu time de desenvolvimento?

Reunimos as melhores práticas para ajudar você a recrutar e selecionar os melhores talentos na área de desenvolvimento.

Sim, a economia está cada vez mais dependente da tecnologia – e tanto faz a área em que a sua empresa atua. É difícil apontar um único setor que não foi impactado, de alguma maneira, pela grande revolução capitaneada pela TI, em especial nesta última década – seja pelo próprio core business da empresa ou pelos novos recursos e ferramentas que se multiplicam para ajudar a cumprir tarefas rotineiras de companhias dos mais diversos segmentos.  Pesquisa Global Human Capital Trends, da Deloitte, comprova que uma das grandes pedras no sapato de CEOs e gestores de RH em geral atende pelo nome de contratação em TI, porque ainda é uma tarefa encarada como um território para “iniciados”, quando na verdade é assombrada por muitos mitos.

“Vivemos a era do darwinismo digital. À medida que a sociedade e a tecnologia evoluem, é fundamental que as empresas também evoluam seus modelos de negócio”.  Brian Solis, especialista em inovação e transformação digital

O primeiro passo é entender que se você sente dificuldade nessa tarefa, não está sozinho. Encare a situação como algo desafiador e estimulante. Listamos algumas táticas que têm funcionado para muitos profissionais que se dedicam a garimpar os melhores desenvolvedores para o seu time.

Afinal, como esse também é o maior desafio da GeekHunter, estamos sempre de olho na movimentação do mercado de seleção e gestão de pessoas em tecnologia. Nosso objetivo aqui é dividir alguns insights surgidos de pesquisas com recrutadores, durante a aplicação de processos para identificar e atrair talentos de TI para empresas.

Sabemos que a grande batalha das startups, por exemplo, não é levantar dinheiro, fechar contratos e vendas, identificar parceiros. É, principalmente, formar a equipe certa. Falaremos especificamente desse assunto em outro post.

Caem os mitos

Há mitos que precisam ser derrubados para um processo de seleção bem-sucedido. Aqui vão três deles, segundo o consultor estratégico de recrutamento, Matt Alder:

  1. Desenvolvedor é um ser de outro mundo

    Desprograme-se desse mito ou você pode prejudicar a experiência de seleção do candidato. O processo seletivo intimida e trava muita gente, seja da área de tecnologia ou não.  Portanto, dispa-se de rótulos e entenda o que se passa de verdade com o interessado na sua vaga.

    Lembre-se sempre que desenvolvedores, em grande parte, não são os melhores vendedores de si mesmos. Mais recentemente começaram a pipocar profissionais com essa pegada mais empreendedora, decididos a aliar ao conhecimento técnico habilidades de negociação e comunicação e uma visão mais apurada de mercado.  

  2. Fazer contato com dev é missão impossível

    Tem até pesquisa comprovando que isso é mais um mito. Realizada pela Stack Overflows, em 2015, ela mostra que o email, por exemplo, é um canal de aproximação que funciona com o candidato.

    A maioria dos desenvolvedores assume torcer o nariz para telefonemas, por exemplo, mas aceita bem o contato por email, desde que a mensagem enviada se distancie léguas da linguagem e abordagem de um spam. Um email bem escrito, que vá direto ao ponto, com informações precisas e de qualidade, será bem-vindo, comprova o estudo.

  3. Mania de Google

    Todo desenvolvedor tem o Google como referência de local trabalho. Será? Bem, esse não é exatamente um mito a ser combatido, afinal, é um bom modelo, não? Mas o medo da empresa de não ser cool o suficiente só atrapalha. E a ânsia de querer ser forçosamente cool, mais ainda.

    Há muito mais motivações povoando a mente daquele dev do que possa supor a nossa vã coleção de mitos. Expectativa é algo a ser alinhado, com jogo de cintura, mas acima de tudo franqueza e interesse genuíno em ouvir o outro. O que você espera e o que o candidato espera de você: quanto mais claro, melhor.

Bons recrutamentos requerem… boas práticas de recrutamento

Não é porque a tecnologia dá as cartas, que o processo de recrutamento pode abrir mão da sensibilidade.

O uso da tecnologia veio para acelerar e tornar mais assertiva a escolha, mas nem de longe significa que ter cuidado na condução do candidato seja coisa do passado.

O boca-a-boca é um dos meios mais usados para se informar sobre uma empresa para quem está interessado em uma vaga. E isso é mais forte ainda quando se trata de desenvolvedores. O candidato que passa por um processo de recrutamento cercado de boas práticas certamente vai assinar embaixo, quando algum colega pedir informações sobre o empregador. Respeito e feedback são os carros-chefes dessas boas-práticas, capazes de fazer nascer verdadeiros advogados da sua marca.

Essa discussão, aliás, remete a uma máxima da propaganda que vale para produtos e serviços, mas também se presta bem a processos seletivos: um cliente satisfeito conta para três pessoas sobre a experiência positiva; um insatisfeito, para um grupo de mais de dez.

Pense no network dos desenvolvedores e na reputação que sua empresa está construindo entre eles no mercado. Do not hurt your brand! Seus clientes – no caso, candidatos, são seus melhores vendedores.

Santo de casa pode fazer milagre

Muitas vezes, mais vale investir na evolução profissional de alguém do time da própria empresa do que procurar uma solução externa.  Disposição, vontade de aprender e evoluir na profissão e na organização são características que valem ouro. Às vezes, na caçada aos diamantes, você deixa de ter olhos para as pedras brutas que, se bem polidas, darão lugar a verdadeiras joias mais ali adiante.

Vale ressaltar que o desejo de fazer um trabalho interessante e desafiador é apontado como um dos fatores de maior motivação, na hora em que um desenvolvedor busca uma nova oportunidade de trabalho. Falamos sobre isso em “Hunting Descomplicado: 5 dicas para tornar mais eficaz a busca por desenvolvedores”, não se trata apenas de remuneração, como pesquisas com recrutadores do mundo todo têm revelado. Por isso, faz toda a diferença comunicar de forma efetiva esse propósito de valorizar a prata da casa. É um trunfo!

Preconceito com trabalho remoto

Todo recrutador já deve estar acostumado a perguntas como: existe a possibilidade de trabalho remoto? Vocês têm flexibilidade de horário?  Isso faz parte do repertório de muitos desenvolvedores nas entrevistas.

Se esse for um ponto crucial para um candidato que parece bem cotado para o cargo, considere negociar, se a vaga tenha sido definida inicialmente como presencial pela empresa. Há desenvolvedores com hábitos de trabalho mais noturnos – até porque nada melhor do que a madrugada para viradas de versão e testes de produtos.

Caso a pessoa já tenha bagagem de trabalho remoto, ok. Se for um desejo de experimentar, talvez valha estabelecer um período para avaliar se sabe administrar bem prazos e entregas a distância.

Sim, este é o outro lado da moeda: trabalho remoto não é para todo tipo de perfil.

Use a tecnologia para partir de uma base já qualificada

Processos seletivos não são um mar de rosas. Podem ser longos e muito trabalhosos. Por sorte, existem ferramentas inteligentes no mercado para ajudar a filtrar uma boa base para recrutamento e, assim, deixar mais ágil, certeiro e barato o processo de seleção.  

Ao optar por ferramentas, como a Geekhunter, você exorciza aquela sensação de “parece que os melhores sempre já foram pegos, antes que eu conseguisse chegar até eles”. É guerra? Use as melhores armas e vá para o front preparado para levar a melhor.

Evite perder tempo, dinheiro e talentos para o concorrente por insistir em processos obsoletos

Acompanhe os nossos posts e entenda por que mais de 800 empresas já optaram pela plataforma da Geekhunter para contratação inteligente dos melhores desenvolvedores do mercado.

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